sexta-feira, 30 de maio de 2014

Quais são os maiores desafios para o reconhecimento da autoridade bíblica na igreja evangélica e como enfrentá-los?



Antes de respondermos a tal questão sobre os maiores desafios para o reconhecimento da autoridade bíblica na igreja evangélica, devemos ressaltar a sua importância para nós.
Assim, seguindo tal ideia, podemos dizer: se nós eliminarmos a bíblia, de tal forma eliminaremos toda a mensagem do Cristianismo. Muitos cristãos dizem acreditar na Bíblia como a palavra de Deus. Todavia, eles afirmam que ela é muito difícil de ser entendida e, portanto, são poucos os que a leem. Ou seja, se a palavra de Deus é complicada, devemos, então, estudá-la, pedir compreensão divina, não simplesmente deixa-la de lado.
Podemos, assim, citar resumidamente algumas lições importantes sobre a Bíblia:

O que é a Bíblia?

A Bíblia é a nossa autoridade a respeito dos fatos e tópicos da vida cristã. Sendo uma coleção de 66 livros divididos em duas partes (Antigo e Novo Testamentos), contendo uma mensagem unificada do plano e do projeto de Deus para a humanidade.

A relevância da Bíblia para nós – igreja de Cristo

A Bíblia é relevante em quatro áreas:

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça”. (2 Tm 3.16)

Ensino: nossa fonte de instruções – estes ensinos não são somente sobre coisas celestiais, mas principalmente sobre as coisas pertinentes a nossa vida, sendo, então, relacionados com as doutrinas cristãs que precisamos saber para não errarmos no que diz respeito às coisas de Deus.

Repreensão: à priori, parece-nos ser uma coisa dura, pesada, mas nada mais é que, simplesmente, uma ferramenta para nos admoestar sobre as nossas ideias erradas e a respeito da vida – as nossas transgressões.

Correção: esta é similar à repreensão, todavia, enquanto repreensão fala da crença, correção está relacionada com o comportamento. A Bíblia nos corrige e nos faz voltar ao caminho correto e finalmente seguir para a direção que Deus quer.

Instruir na Justiça: a Bíblia em nos ajudar a viver uma vida que agrada a Deus, a fazer aquilo que por nós mesmos não conseguimos.

Após essa pequena explanação sobre a importância e finalidade da bíblia, podemos concluir, um pouco, sobre a pergunta feita.
Por conseguinte, a Bíblia comunica a voz de Deus a nós, por isso, ela é o nosso padrão para a vida. Ela transforma as nossas vidas, torna pessoas fracas em fortes, débeis na fé em decididos. Também, capacita-nos com habilidades para realizarmos a nossa missão neste mundo – o ide do Senhor.
Se alguém não quer ser transformado, não deve ler a Bíblia. Com tal afirmação, consigo entender o que o apóstolo Paulo quis transmitir a igreja em II Coríntios 4. Atualmente, em nossa sociedade globalizada, onde a tecnologia nos traz um conforto tão grande e uma rapidez tão impressionante, os cristãos querem implantar tal verdade no meio evangélico. Como se dá isso? Arrumando desculpas. Dizendo: não tenho tempo para o ensinamento e aprendizado da palavra divina – esta é uma das questões e esta ao qual quero ressaltar. Com tal pensamento fixo na mente dos cristãos fica complicado viver a palavra, sendo que eles não a conhecem. Assim, são presas fáceis para lobos, que se dizem pastores, e vão doutrinas, heresias, e tantas coisas ruins entram nas igrejas.
Como Paulo, também, afirma em Filipenses 2.21: “Porque todos buscam o que é seu, e não o que é de Cristo Jesus”. E tal afirmação é verdadeira em nossos tempos. A desobediência à palavra faz com que os cristão achem mais simples ouvirem o que querem ouvir, não a verdade bíblica. “Esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor” (Salmo 40), imagine se o cristão, acostumado com a rapidez da informação que a tecnologia nos dá, vai saber esperar.
Em suma, como enfrentar tais desafios para o reconhecimento da autoridade bíblica na igreja evangélica? Nós, como igreja, devemos orar e admoestar sobre a verdade. Não nos cansarmos e anunciar que a bíblia é a palavra de Deus. “Não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimentais qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”, como a firma Paulo em Romanos 12.2. Assim, fujamos do pluralismo religioso, do secularismo e sigamos olhando para Jesus e meditando em sua palavra. Termino afirmando que a bíblia é sim, sem sombra de dúvida, a palavra de Deus.

“Pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias cupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpra o teu ministério”. (II Timóteo 4:2-5)



  

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